Sobre a autora
Este artigo foi escrito em colaboração com a escritora de viagens e aventureira Bea Meitiner, a voz por detrás do Bea Adventurous.
O blogue de viagens da Bea dedica-se a ajudar as pessoas a explorar o mundo de forma mais significativa — de aventuras a solo por África a viagens de carro pela Europa. Partilha dicas práticas, opiniões honestas e experiências reais em destinos onde a preparação faz mesmo diferença.
Grande defensora das viagens conscientes, a Bea tem uma abordagem simples: criar mais ligações, consumir menos… e nunca esquecer o repelente de insetos.
Todas as imagens que acompanham este artigo foram generosamente cedidas por Bea Meitiner, do Bea Adventurous.
Descubra mais sobre a Bea: https://bea-adventurous.com/
Introdução
Nas palavras da Bea:
Há um tipo muito específico de arrependimento que nos atinge às 2 da manhã.
Está num quarto quente. A ventoinha não está a fazer absolutamente nada. Acabou de adormecer… e então…
Bzzzzzzzz.
Dá uma palmada no braço. Falha. Outro zumbido. Desta vez perto do ouvido…
Eis alguns dos principais erros que os viajantes cometem — e como evitá-los.
#1. Não começar com a base certa (e atrair mosquitos)
Um dos fatores mais esquecidos é aquilo que usa antes mesmo de sair. Muitos géis de banho, champôs e loções corporais perfumados podem, na verdade, torná-lo mais atrativo para os mosquitos. Por isso, enquanto aplica o repelente, pode estar também a atraí-los sem querer.

O que fazer em vez disso:
Escolha produtos de higiene neutros ou concebidos para o efeito, que não atraiam insetos.
#2. Esquecer-se de reforçar a proteção
Aplicar repelente uma vez e partir do princípio de que está protegido para o resto do dia é um dos erros mais comuns. O calor, o suor, a natação e a atividade em geral reduzem a sua eficácia.
O que fazer em vez disso:
Reforce a aplicação regularmente ao longo do dia — sobretudo em ambientes quentes ou húmidos — e tenha a proteção sempre à mão.
#3. Proteger apenas as zonas óbvias
Muitos viajantes concentram-se nos braços e nas pernas, mas esquecem zonas-chave como os tornozelos, a nuca e a parte de trás dos joelhos. São alvos preferenciais das picadas, e até a roupa fina pode não oferecer proteção total.
O que fazer em vez disso:
Certifique-se de que todas as zonas expostas estão protegidas e considere aplicar proteção na roupa, quando necessário.
#4. Pensar que é só um problema do fim do dia
Os mosquitos são muitas vezes associados ao pôr do sol, mas em muitos destinos estão ativos ao longo de todo o dia. Confiar apenas na proteção ao fim do dia pode deixá-lo exposto.
O que fazer em vez disso:
Integre a proteção na sua rotina diurna, e não apenas nos planos para a noite.

Uma forma melhor de evitar picadas de mosquito em viagem
Um dos maiores equívocos é pensar que evitar as picadas de mosquito depende de usar um único produto. Na realidade, a abordagem mais eficaz é combinar hábitos simples que funcionam em conjunto. Desde evitar o que atrai os mosquitos até aplicar e voltar a aplicar a proteção corretamente, passando por ter em conta o ambiente — pequenos passos combinados fazem a maior diferença.
Pense nisto como um sistema, e não como uma solução única.
Leia o guia completo da Bea
Isto é apenas um resumo daquilo em que os viajantes costumam errar. Para saber mais sobre o que realmente funciona em destinos de alto risco, leia aqui o guia completo da Bea: https://bea-adventurous.com/how-to-avoid-mosquito-bites-when-travelling/
Apoiar a sua rotina de proteção
Se procura uma forma simples de pôr isto em prática, explore o Simple Step System da incognito® — concebido para o ajudar a manter-se totalmente protegido sem complicações.